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OutrOs OlhOs

por Gustavo Jreige

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Agradecimentos ao Inagaki


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Domingo, Dezembro 31, 2006


Feliz Ano Novo
2006 está alí, dando seus últimos passos, já com lágrimas nos olhos por se despedir.
2007 está aqui, chegando, trazendo novas esperanças de que tudo dará certo.

Que esse novo ano venha repleto de luz, para iluminar nossos (outros) olhos de felicidade.

Publicado por Gustavo Jreige em 21:08,


O Melhor de 2006

TV


Canal: GNT
O canal pertencente a Globosat está melhor a cada ano. Focado no público feminino, ele atinge em cheio seu alvo e até mesmo os homens, com programas sensíveis, inteligentes, divertidos e com uma ousadia que dá gosto. Além de possuir algumas das melhores atrações da televisão mundial - como a série "Weeds", os talk shows de Oprah Winfrey e David Letterman e os programas de gastronomia de Jamie Oliver e Nigella, o GNT tem uma programação brasileira de alto nível, com programas como o "Saia Justa" (que teve uma de suas melhores temporadas esse ano), o "Menu Confiança", o "Alternativa: Saúde", o "Oi Mundo Afora" e o sempre bom "Marília Gabriela Entrevista". Possui ainda curiosos programas que fazem sucesso mundo afora, como "Falando de Sexo com Sue Johanson" e "Os Inspetores do Sexo", e documentários bastante interessantes. Mas o que o destaca dos demais canais é a coragem com que investe em filões pouco explorados pela televisão brasileira, caso do ótimo programa-documentário "Quando éramos Virgens" e do simpático seriado "Mothern", produção totalmente brasileira, criada a partir de um blog - que já garantiu segunda temporada. Prova de que dá certo a parceria com produtoras independentes e de que um canal pago nacional pode ser ótimo se bem produzido.


Programa: Central da Periferia
Qualquer incursão a cultura brasileira deve ser louvada, mas essa se superou. A missão de Regina Casé de desmistificar a periferia de nosso país foi muito bem desenvolvida, sendo uma experiência quase antropológica que mostrou na televisão aberta a verdadeira diversidade que é encoberta pela força da industria cultural movida pela própria TV. Um olhar sem estigmas, que revela uma nova cultura que as classes mais abastadas nem imaginam que exista. Um precedente extremamente importante de ser aberto.

Menção honrosa: Mais Você
Ana Maria Braga deixou há tempos de ser apenas a apresentadora que cozinha, passa por debaixo da mesa e solta os cachorros. Seu "Mais Você" ainda conta com a culinária, mas seu forte está na reportagem e na discussão posterior a ela. Com sensibilidade, o programa traz personagens inacreditáveis do interior de nosso país e utiliza muito bem conteúdos produzidos por outras atrações da Globo, dando mais profundidade a eles. Merece atenção.


Dramaturgia: Cobras e Lagartos
Com um texto interessante, tramas bem construídas e personagens incrivelmente bons, foi a melhor narrativa da televisão brasileira em anos. Além de recuperar a audiência do horário, a trama de João Emanuel Carneiro conseguiu envolver o público sem apelar, utilizando elementos populares e mais refinados com maestria. Brindando-nos com os primeiros protagonistas negros de uma novela brasileira, "Cobras" coroou Lázaro Ramos, Taís Araújo, Daniel de Oliveira, Carolina Dieckmann, Cléo Pires e Mariana Ximenes e revelou Carmo Dalla Vecchia, um bom ator que certamente receberá mais destaque daqui pra frente. Entre os veteranos, destaque para a volta triunfal de Marília Pêra, como a impagável Milu. Fora do eixo principal, uma personagem chamou muito a atenção: Rosimary, vivida pela jovem e talentosa Bianca Comparato, uma moça que, pelo obsessivo amor que nutre por um paciente em coma - o bom-moço Duda, de Daniel de Oliveira -, chega a seqüestrá-lo. Vendo as cenas com a personagem, por vezes me senti como se estivesse lendo uma trama de Clarice Lispector, tamanha a complexidade psicológica daquela simples enfermeira do interior. Ora, uma novela que parece obra literária de boa qualidade não pode ser nada aquém de genial.


Projeto especial: Antônia
"Antônia" brilhou. Além da trama envolvente, da revelação das quatro cantoras como atrizes, da boa música do grupo e da produção impecável, as histórias tiveram uma qualidade muito rara de ser conseguida. Ver a periferia paulista na tela, um grupo musical - desses que nossa "elite branca" raramente aceita - lutando por sua ascensão e, aliado a tudo isso, a amizade de quatro amigas, é muito bom. Principalmente quando se tem a tentativa de aproximação com a realidade sem preconceitos e quando o noticiário é contraposto pela ficção - vimos, por exemplo, o que levou um dos personagens a incendiar um ônibus, no traumático maio de 2006 em São Paulo. Agora, aguardamos a estréia do filme homônimo enquanto assistimos a apresentações do grupo - que ainda não virou efetivamente um grupo na vida real - pelos programas de TV. Resta esperar pelo lançamento do CD - que está demorando - e por uma segunda temporada dessa que provou que as séries brasileiras podem ser imperdíveis e que a parceria com produtoras independentes pode ser extremamente positiva a nossa televisão.


Jornalismo: Bom Dia Brasil
Um jornal que vai ao ar tão cedo tem que ser diferente. Mais solto do que os demais telejornais brasileiros, o "Bom Dia" ganhou novo cenário e teve uma das melhores coberturas da Copa do Mundo e das Eleições. Sem o ufanismo que tomou conta do país na competição esportiva, Tadeu Schmidt mostrou como se fazer jornalismo leve e bem humorado, mas de ótima qualidade. Alexandre Garcia deu um novo tom às eleições, com suas crônicas sempre muito inteligentes. Apesar de concordar que a presença de opiniões deva ser mais clara e explícita, são ótimos os comentários dos colunistas e dos carismáticos âncoras, além das reportagens serem bem elaboradas e interessantes. Muito bom quando a televisão não é feita para nenhum Homer Simpson.


Internet


Serviço - Youtube
Talvez o melhor acontecimento do ano em todas as categorias, o site nos trouxe uma nova perspectiva de televisão, mostrando para os outros veículos de comunicação a força da internet. Afinal, quem saberia do caso Vannucci ou Cicarelli sem ele? Quem conheceria Maria Alice Vergueiro e seu Tapa na Pantera? Mais do que isso: Quem mais faria a MTV deixar de exibir clipes? TV ondemand, feita por qualquer um, vista por qualquer um. Para nossa felicidade, veio para ficar e vai nos acompanhar por muitos e muitos anos, revolucionando a forma como nos relacionamos com conteúdos em vídeo.


Jornalismo: G1
Em 2006, a mídia colaborativa se desenvolveu e enfrentou os opressores. Contudo, a iniciativa brasileira que mais se destacou foi a nova incursão da Globo na internet, com reestruturação em toda a Globo.com. A maior estrutura jornalística do país finalmente parece ter encontrado seu lugar na rede, com a criação do "G1". Falta muito para o site se consolidar, mas ele já vem se mostrando uma das melhores opções em jornalismo ao investir em conteúdo alternativo, como blogs de colunistas e convidados, além das reportagens e da cobertura bem feita do noticiário. Em 2007 deve crescer e melhorar, mas desde já vem conquistando público e credibilidade. Eu pago para ver.


Impressos


Revista: Piauí
Enquanto todas as revistas semanais de informação brigavam para se mostrarem as mais éticas do país e escorregavam em suas coberturas eleitorais, uma alternativa quase literária apareceu. A inteligência presente na revista "Piauí" dá gosto. Textos longos, reportagens sem a forma tradicional, pautas impensáveis para outros veículos e a necessidade de brincar consigo mesma, fazendo, ainda assim, jornalismo da melhor qualidade. Não é para se informar, não tem hard news, é para adquirir bagagem cultural e pensar de uma forma diferente, curiosa. Definitivamente não é uma revista para a massa, mas se mostra uma opção incrível para aqueles que querem dar um tempo na velocidade do dia a dia e mergulhar em uma opção mais completa e alternativa, com muita inteligência e um clima bastante agradável.


Jornal: Destak
Ele não é o melhor jornal do país, longe disso, mas é um dos projetos mais interessantes do ano - apesar da beleza da reformulação gráfica da "Folha de S.Paulo". O "Destak", tablóide gratuito distribuído nas ruas da capital paulista, não tem reportagem própria, só utilizando material de agências de notícia, mas é muito bom para quem quer uma leitura rápida no começo do dia. O formato é interessante: notícias curtas, para ler enquanto está no trânsito, tomando café na padaria ou andando de metrô. O conteúdo mistura notícias locais com gerais, agradando diferentes públicos. Um jornal de boa qualidade, simples e eficiente que, em 2006, ganhou - em todos os sentidos - as ruas de São Paulo e o respeito dos paulistanos.

Publicado por Gustavo Jreige em 21:06,


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Domingo, Dezembro 24, 2006


Feliz Natal
E obrigado por tudo!

Publicado por Gustavo Jreige em 21:29,


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Quarta-feira, Dezembro 20, 2006


Por onde andei
Sei que estes OutrOs OlhOs estão cheios de remela, de tanto tempo que não posto. Sem problemas, basta lavá-los.

Apesar do sumiço daqui, várias e várias coisas legais têm acontecido:

Profissionalmente, estou fazendo freelance para o Séries Etc., da Globo.com. Isso que é bom, escrever sobre um assunto que você gosta (adoro séries de TV) e para um site que você acompanha desde o princípio (quem é leitor antigo daqui sabe). Alguns já estão no ar.

Pessoalmente, além de terminar o primeiro ano da faculdade - sem nenhum problema, felizmente -, conheci e reencontrei muita gente, vários amigos.
Entre os que conheci pessoalmente, os turistas Thas Veloso (que tem Memórias Fracas, devido à avançada idade), do Rio, e o Rafa Silva (que vive uma divertida Futilidade Pública), de Vitória. Ambos se tornaram meus amigos através do OutrOs OlhOs e, finalmente, nos encontramos. Bem legal mesmo, eles são completamente doidos.
Com eles, fui a uma festa com as Garotas que Dizem Ní (sem a Vivi, infelizmente) e o pessoal do fórum do site. Muito bom.
E, para completar, hoje visitamos minha amiga Rosana Hermann, a Querida Escritora, lá na Jovem Pan. Precisa dizer que foi ótimo?
O Thas, que (pelo visto) também será jornalista, certamente não dormirá por uma semana.

A única coisa ruim da semana é que o servidor do blog tá apresentando problemas. Se algum E-mail voltar, por favor, envie novamente. O pior transtorno é que alguns E-mails que tenho enviado não estão chegando. Vão para o limbo, sem que eu saiba.
Talvez tenha sido alguma coisa que eu mexi nas configurações. De qualquer forma, acredito que, em pouco tempo, tudo volte ao normal.

E, finalmente, uma notícia: Vem aí uma nova versão do blog, reformado editorial, tecnológica e visualmente. Pois é, completaremos 4 anos em fevereiro e, claro, coisas boas aparecerão. Sem remelas.

Publicado por Gustavo Jreige em 19:52,


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Sábado, Dezembro 02, 2006


Fim da primeira mesa
Acabou de acabar a discussão sobre "O jornalismo político e os Blogs", com Caio Túlio Costa, Paulo Henrique Amorim e Clovis Barros Filho.
Lamento, de verdade, que os debates tenham fugido tanto ao tema proposto. Em certos momentos a eterna e inútil polêmica da internet acabar com os jornais impressos tomou conta, desperdiçando tempo.
Pouco se falou de blogs efetivamente e, quando isso foi feito, os blogs que não eram feitos por jornalistas foram ignorados, como se não existissem. Isso me surpreende especialmente porque o Caio Túlio é o presidente do IG, que tem como slogan "O mundo é de quem faz". Terminada essa parte do evento, pareceu que o mundo é dos jornalistas.
Fiz uma indagação a eles, tentando despertar a discussão sobre a colaboratividade dos blogs e sobre o "citizen journalism" - sobre o qual, aliás, já li textos do próprio Caio Túlio - relacionando com a censura ao blog de Alcinéa Cavalcante e perguntando como fica a regulamentação da imprensa agora que ela é feita por todos e como proteger e evitar que os cidadãos-jornalistas sofram o mesmo que a Alcinéa. Pelo rosto do Paulo Henrique e do Caio Túlio, percebi que eles não sabiam quem ela era e desconheciam o caso - o que confirmei quando, baixinho e fora do microfone, Paulo Henrique perguntou ao Caio do que eu falava e ele respondeu que não sabia. Talvez pela correria que foi tanto para perguntar quanto para responder, já que muitas perguntas tinham sido feitas, o diretor do IG pensou que eu falava sobre a regulamentação dos veículos, ou seja, sobre como uma pessoa que se sentir prejudicada pode entrar com processo, tal qual na mídia tradicional. Não era; e a mídia colaborativa passou batida. Tão ruim e revelador (para mim) quanto isso é que eles desconheçam o caso, vencedor do Prêmio Repórteres sem Fronteira no Besto of Blogs 2006 e que foi um dos mais marcantes do período eleitoral na blogosfera - que, afinal, era o tema do seminário.


Apesar disso não foi ruim, não, eles se mostraram muito abertos a alterações na profissão e na sociedade e estão, a seus modos, acompanhando e se adequando às revoluções da mídia colaborativa. Talvez os convidados sejam conceituados e profissionais demais para poder seguir corretamente o que acontece com nossa blogosfera e mídia online. Aconteceu o que eu temia e já tinha alertado no post abaixo: Faltou blogueiro no meio dos jornalistas e teóricos.

Contudo, para boa parte das pessoas que ainda se surpreendem com as maravilhosas funções dos Blackberrys, celulares e PDAs e ficam chocados com a possibilidade da mídia acompanhar seu usuário - física e temporalmente falando -, deve ter sido bastante esclarecedor. Tomara que, de fato, abra cabeças - do que, infelizmente, duvido.


Abaixo, bons momentos dos participantes:

"Os blogs com nome dos grandes jornalistas - como o 'Blog do Noblat', 'Blog do Fernando Rodrigues' e 'Blog do Josias de Souza' -, desmotivam a produção de seus redatores, descaracterizando seu trabalho. Eles encaram, então, aquilo como um trampolim para suas carreiras em meios tradicionais. Não há, portanto, uma autonomia com relação aos outros meios."
Clovis Barros Filho

"A influência da produção jornalística dos blogs é muito maior do que aparenta, pois tem um alcance que vai além de seus consumidores diretos. Há o agendamento da notícia, como vimos nessa eleição, quando fatos noticiados exclusivamente por blogs foram discutidos amplamente por toda a sociedade."
Clovis Barros Filho

"O leitor político da internet é diferente do dos meios tradicionais, pois possui um repertório maior, sendo familiarizado com os atores políticos e tendo a capacidade de se posicionar politicamente. Isso é percebido intuitivamente pelos blogueiros, que tentam ajustar a informação para identificação cognitiva positiva do leitor - o contrário da televisão, por exemplo, que ajusta seu conteúdo para o chamado 'Homer Simpson'. O público dos blogs, portanto, é analítico e sofre menos influência de questões passionais. Por isso possíveis 'gafes' da imprensa são muito mais notadas na internet do que na televisão."
Clovis Barros Filho


"Nem os jornalistas, nem os políticos perceberam que havia uma grande mudança na comunicação. Agora o cidadão se porta de maneira diferente e os jornalistas deixam de ocupar o papel principal na sociedade. Prova disso é que, nessas eleições, a mídia brasileira não conseguiu formar uma opinião que convencesse os eleitores."
Caio Túlio Costa

"Tivemos no IG um site chamado 'Fale com o Candidato', em que o internauta enviava perguntas aos candidatos e o portal entregava a eles e publicava a resposta, quando havia. A experiência foi um sucesso de público, recebemos muitas perguntas, mas foi um fracasso com os políticos - sobretudo dos grandes partidos -, que não consideraram o eleitor que perdeu minutos formulando a questão e não se deram ao trabalho de responder."
Caio Túlio Costa

"Convidamos para ter um blog o Mino Carta, um dos mais importantes jornalistas do país e que jamais usa computador. Ele digita em uma máquina de escrever, alguém passa para o computador e publica. Depois imprimem os comentários e ele lê. Ele está adorando e o público também. Os blogs fazem um sucesso tão grande no IG que é muito possível que o blog do Mino tenha mais circulação do que a 'Carta Capital', por ele editada."
Caio Túlio Costa

"Que bom que o acesso aos computadores está acontecendo por meio do mercado ¿ e não de medidas governamentais. A democratização da mídia se dará nas Casas Bahia, com a venda de computadores e PDAs."
Paulo Henrique Amorim


Update
Mais sobre o evento:

Caio Túlio | Jornalistas não são mais os atores principais do jornalismo, do Blue Bus
Queimando o computador de U$ 100 sob o busto do conde Matarazzo, também do Blue Bus


Publicado por Gustavo Jreige em 13:38,


Onde estarei hoje
Hoje acontecerá na minha faculdade, a Cásper Líbero, um evento muito interessante e importante. É o "Internet, Política e as Eleições de 2006", organizado pelo curso de mestrado da Fundação, que reunirá jornalistas, analistas políticos e acadêmicos para debater os reflexos da campanha eleitoral na Web, com os blogs, o Orkut e Youtube.

Essa é mais uma prova do amadorismo daqueles que ainda acreditam que o jornalismo e as faculdades de comunicação ignoram os blogs e dos jornalistas que ainda não descobriram o poder da rede. Acordem, blogs de jornalistas podem funcionar - bem como jornais de blogueiros, se for o caso, por que não? -, e ser tão incisivo como diversas pessoas vêm sendo é tolice, apenas rótulos vazios de quem quer comprar briga e lucrar com a polêmica. No fundo, jornalismo e blogs são Comunicação e não caminham sozinhos, se entrecruzam e alteram o tempo todo. Por isso são tão importantes eventos como esse - que, aliás, é aberto ao público externo -, pois possibilitam o diálogo e a reflexão, tratando o tema com seriedade. Só faltou um blogueiro, como a Alcinéa Cavalcante ou algum especializado em política, para que fosse mais imperdível ainda.


Segue a programação:

Abertura 9:30 - 10:00
Prof. Dr. Laan Mendes de Barros (Facasper)


1a Mesa - 10:00 às 12:00
O jornalismo político e os Blogs
Profa. Dra. Heloiza Mattos (Facasper)
Prof. Dr. Clovis Barros Filho (ESPM)
Prof. Caio Túlio Costa (Facasper / IG)
Jornalista Paulo Henrique Amorim


2a Mesa - 14:00 às 15:30
A Web e as Campanhas Eleitorais no Brasil, EUA e Espanha
Prof. Dr. Marcelo Coutinho (Facasper / Ibope eRatings)
Profa. Dra. Rose Segurado (PUC-SP)
Prof. Dr. Vladimir Safatle (USP/ESPM)


3a Mesa - 15:45 às 17:00
Política, Poder e o Governo Digital
Prof. Dr. Sérgio Amadeu (Facasper)
Marcelo Marques (Transparência Brasil)
Justino Pereira (Secretário de Comunicação da prefeitura de Guarulhos)


O evento é aberto ao público, mas um cadastramento prévio era exigido. Não sei se ele já foi esgotado, mas saiu do site da Faculdade, onde era realizado. De qualquer forma, os telefones para informação são 3170-5910 e 3170-5911 e a Fundação Cásper Líbero fica na Av. Paulista, nº 900.

Publicado por Gustavo Jreige em 02:44,


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